Pac, neste caso, bem ao gosto do brasileiro, é sigla: Pacote para ajuntar os cacos.
Paca, não se refere aqui, àquele pacato bichinho silvestre. Tem o sentido de “muita quantidade” e aí, é um brasileirismo tão chulo que nem vamos nos preocupar com a etimologia desta palavra.
O caso é que houve um impacto dum PAC italiano aqui no Brasil que tem também um PAC.
Um Batisti, justiceiro e Pacífico, perder a cabeça, aconteceu em tempos bíblicos. Parece, que os ministros da Justiça e das Relações Exteriores cometeram uma Pachecada, pois temerosos de uma repetição, invocaram soberania nacional e tradições e, a pretexto de ideologia, as colocaram acima da justiça.
Se não me engano foi na Itália que nasceu o tal direito romano. Mas, nós que somos bons de PAC (Pavoneante Atitude Camarada) ululantemente, chamamos para nós a responsabilidade de mostrar que somos melhores em fazer justiça.
Como acreditar que este mimo italiano, estando dentro do PAC, não tivesse pelo menos, conhecimento e omissão dos planos de matar 4 pessoas? Não é, generalizando, conceder ao PAC, o direito neroniano de ajuizar a pena de morte para 4 vidas estorvantes?
Esta presunção, é coisa para psiquiatras, astrônomos ou seus Pacientes entenderem.
Dois esportistas cubanos que pediram asilo político ao Brasil, se tornaram PAC (Presente para Agradar Castro) prontamente.
Afinal, a instituição “Paredon” é coisa italiana?
Nilo Pereira, ao vento.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
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